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  Saúde  Médico do HRSC viveu espera por transplante do pai e hoje atua na captação de órgãos
Saúde

Médico do HRSC viveu espera por transplante do pai e hoje atua na captação de órgãos

RedaçãoRedação—23 de setembro, 20250
Foto: José Avelino Neto/Ascom HRSC
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A vida do médico André de Gois Rocha, 34, mudou a partir de uma experiência com o próprio pai. Antes atuando na parte clínica, hoje, André é médico intensivista e decidiu atuar na captação de órgãos depois que o pai precisou de um transplante de coração. A vivência, marcada pela espera e esperança, transformou a forma como ele enxerga a doação de órgãos e orienta sua atuação profissional.

Dos sete anos em que André atua no Hospital Regional do Sertão Central (HRSC), unidade da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) em Quixeramobim, cinco são na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A escolha pela nova área veio após viver um drama particular: o pai, José Alberto Rocha, 68, enfrentava uma insuficiência cardíaca desde 2004 e entrou na fila de transplantes em 2017. “Isso impactou muito na minha profissão, me despertou interesse em participar dessa área”, lembra.

Em uma das consultas, ele ouviu que seu pai poderia não ver os próprios netos, caso não tratasse o problema. Como médico, André sabia que o diagnóstico era grave. Durante um ano, ele e a família viveram no papel de quem tem um paciente na fila à espera de um doador, até que, em 2018, José Alberto recebeu um novo coração. Quando o desfecho teve um final feliz, André já não era mais o mesmo.

“Pude viver o lado do paciente e da família na ansiedade, na esperança e no medo de que não desse certo. Isso impactou muito na minha profissão. Quando vejo uma família aguardando, me coloco no lugar dela”, detalha. A dedicação e o empenho tornaram André coordenador médico da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (Cihdott) do HRSC. “Quando você passa por essa experiência, é como se cada órgão fosse uma missão pessoal”, completa.

Para cada “sim”, novas vidas

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O HRSC é uma das unidades da rede Sesa que realiza captação. Cinco órgãos já foram captados este ano, de dois doadores. Desde 2019, quando a Cihdott foi implantada na unidade, a equipe já captou 62 órgãos. O hospital oferece todos os recursos necessários e trabalha com rigor na aplicação do protocolo de morte encefálica (ME), abrindo portas para a doação, que só ocorre mediante o aceite da família.

“Hoje nosso grande desafio é a recusa familiar. O ‘sim’ tem que partir da família e o que buscamos é converter potenciais doadores efetivamente numa doação, a partir de um trabalho de sensibilização feito pela Cihdott”, explica André de Gois Rocha. Um único doador, detalha o médico, pode salvar até sete pacientes que estão numa fila de espera.

Desde 2019, 59 pacientes entraram no radar da Cihdott do HRSC após apresentarem o perfil de doador. Na abordagem com a família, 32 casos tiveram a captação negada, enquanto 27 decidiram doar. “Infelizmente, o que mais impede as doações, é o ‘não’ da família. Eu entendo que a negativa envolve muitos fatores, entendo a dor da perda, mas elas têm a chance de transformar essa dor em alegria para outras famílias”, explica.

Vivendo na própria pele

Na abordagem com familiares para explicar os caminhos da doação, André lembra de quando esperou por um ano pelo novo coração, que hoje bate no peito de seu pai. “Quando estou conversando com a família, tentando convencer e explicar a importância da doação na mudança de vida daqueles que esperam por um transplante, eu me vejo ali. Cada ‘sim’ para mim é muito marcante”.

Em 2024, André participou da captação dos seis órgãos feitas no HRSC, entre eles, um coração. Para o médico, agir mais forte na sensibilização das famílias como política pública é uma alternativa. Neste mês de conscientização sobre a doação de órgãos, o intensivista reforça a importância da decisão. “Quando uma família diz ‘sim’, ela possibilita que outras pessoas vejam seus filhos crescerem, conheçam netos e sigam vivendo, como foi com meu pai. É um gesto que ultrapassa a dor da despedida e se transforma em vida para muitos”.

Setembro verde

Durante o mês de setembro, a Sesa irá divulgar uma série de reportagens que abordam a doação de órgãos, reforçando a importância do ato e, também, o esforço conjunto entre profissionais da saúde e familiares para que vidas sejam transformadas.

A série tem alusão à campanha Setembro Verde, que aborda a conscientização para a doação de órgãos e tecidos.

Nas reportagens, também será trazida a relevância do diálogo como caminho facilitador para a tomada de decisão por parte de familiares no momento do luto.

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