O radialista Hélio Rodrigues Campos falou sobre sua trajetória na comunicação e, ao relembrar o início de sua caminhada profissional, contou que sua carreira no rádio começou no início da década de 1970. Ainda jovem, estreou em 1972 na Rádio Dragão do Mar, em Fortaleza. Pouco tempo depois, em 24 de junho de 1973, mudou-se para Quixeramobim, onde passou a integrar a equipe da Rádio Difusora Cristal. A declaração foi dada durante participação no quadro Café no Ponto, da SerTão TV e transcrita para estreia do Nossa Gente, Nossa História.
Na emissora, ganhou destaque como disk-jockey ao apresentar o programa matinal Festival da Brotolândia, que rapidamente conquistou grande audiência na cidade. Com mais de 53 anos dedicados ao rádio, Hélio Campos construiu uma carreira sólida no jornalismo, tornando-se uma das vozes mais conhecidas e respeitadas da região.
Além da atuação na comunicação, também teve passagem pelo serviço público. Foi servidor do Ministério do Trabalho e atuou como professor da rede estadual de ensino, lecionando no antigo Colégio Andrade Furtado.
Hélio também integrou a equipe da Rádio Campo Maior logo nos primeiros anos da emissora, sempre voltado para a área jornalística. Em entrevista, relembrou que costumava acompanhar rádios de outras cidades e regiões para selecionar e adaptar notícias que apresentava ao público local.

Após um curto período fora, retornou à Rádio Cristal, emissora que marcou grande parte de sua história profissional. Durante a entrevista, ele também comentou sobre a relação de amizade e convivência com Fenelon Augusto Câmara. “O Fenelon era a melhor pessoa do mundo. Eu nunca tive nenhum problema com ele. Primeiro, quando eu cheguei, ele me mandou logo pra casa, ‘ você só vem na segunda-feira'” relembra Hélio.
“O rádio sempre fez parte da minha vida”, afirma.
Na vida pessoal, construiu uma família ao lado de Jovina Costa. O casal é pai de Fernanda Campos e de Álvaro Neto, bacharel em Direito e especialista nas áreas Tributária, Trabalhista e Previdenciária.

