O que você fez, ou faz da vida aos 21 anos? Provavelmente estuda, trabalha, tem seus planos e sonhos. Assim também era com Carolina Moreira dos Santos, a Carol, moradora de Quixeramobim. Vivia uma vida normal, realizava suas atividades e jogava futebol. Até começar a sentir dores no joelho esquerdo em 2024 e, ao mesmo tempo, descobrir que estava grávida de forma não planejada.
A gravidez era o mais importante naquele momento e ela acreditou que as dores poderiam ser por causa do futebol. Porém, ao chegar ao sexto mês de gestação, as dores ficaram intensas e foi inevitável procurar um médico. O primeiro médico deu o diagnóstico de artrite. Ao passar pelo ortopedista, após realização de raio-x, ele informou que ali havia um tumor, que poderia ser benigno ou maligno, e encaminhou Carol para um terceiro médico, um cirurgião em Fortaleza.
E foi nessa consulta que ela percebeu que seu pesadelo começava. Ao questionar o médico se poderia ser benigno, ele, de forma direta e clara, falou que seria bem melhor que ela nem tivesse passado pela porta de seu consultório, porque se foi encaminhada para lá, provavelmente não era algo bom.
O médico solicitou mais exames e uma biópsia. Nesse meio tempo, com oito meses de gestação, nasceu Yuri Levi, seu filho, pequeno, mas saudável. E agora, Carol poderia começar, de fato, a cuidar da sua saúde. No retorno, já em 2025, portando os exames exigidos, veio o maior baque: osteossarcoma convencional estágio IV, ou câncer maligno agressivo em estágio avançado. O médico foi claro: insistiria nela porque era jovem, apenas por isso, já que o câncer em questão é altamente agressivo e já estava em estágio avançado, o que poderia fazer com que o tratamento quimioterápico não funcionasse.
Para iniciar as sessões de quimio, mais exames foram exigidos para averiguar se a doença não estaria em outra parte do corpo. E estava. Metástase no pulmão, ainda em estágio mais avançado que no joelho.
Mas Carol continuou firme e iniciou o tratamento com quimioterapia. Os efeitos colaterais vieram: queda de cabelo, vômitos, diarreia, fraqueza.
“É o pior momento na vida de qualquer pessoa vaidosa, a dor de ver seus cabelos caindo, suas forças não sendo as mesmas, sua disposição enfraquecendo, a dor de não poder cuidar do meu filho como gostaria… Foi a pior dor, que eu não pude suportar. Me senti insegura, impotente, fraca… Mas sempre com a minha família ao lado, apoiando e me dando força e, é claro, aquele que me segurou durante todo o processo, meu Senhor. Sem Ele não estaria aqui”, afirma.
Ao finalizar os seis ciclos de tratamento, Carol retornou ao médico em Fortaleza e veio mais um baque: precisaria passar pela retirada cirúrgica do tumor e, pela proximidade com uma artéria, as chances de precisar amputar sua perna esquerda a partir do joelho eram grandes. Após dois meses de espera pela cirurgia, no dia 2 de janeiro de 2026, o procedimento foi realizado e, como alertado pelo médico, não foi possível salvar sua perna.
Agora, Carol segue sendo acompanhada semestralmente por seu médico em Fortaleza e mensalmente com exames de imagem no HRSC. A metástase no pulmão não tem possibilidade de retirada através de procedimento cirúrgico, pois são muitos nódulos pequenos, mais de vinte, e o tratamento com quimioterapia não surtiria o efeito desejado. O que pode ser feito é o que já vem sendo: monitoramento.

Mesmo enfrentando todo esse calvário, Carol ressalta que tem muitos motivos para se manter de pé e não desistir. O primeiro é seu filho, o pequeno Yuri Levi, que tem atualmente 1 ano e 1 mês. Além de sua família, que em momento algum soltou sua mão: seu esposo, sua mãe e sua irmã, que permanecem juntos e firmes.

Carol quer dar continuidade à sua vida, afinal, tem apenas 23 anos. Quer cuidar do filho de forma ainda mais completa, fazer suas atividades e, para isso, começou uma campanha em busca da prótese de sua perna para ter mais autonomia. Mas o custo é alto. De acordo com uma proposta que a família buscou, o valor é orçado em mais de 32 mil reais, dinheiro que a família não tem.
“Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso.” Foi assim que passei pela minha pior fase: com o SENHOR na minha vida, tornando tudo leve e trazendo paz ao meu coração.
Para juntar esse montante, Carol tem contado com a ajuda de amigos para divulgar nas redes sociais sua chave Pix e assim fortalecer essa corrente do bem.
Serviço
Para quem quiser ajudar a Carol a ter mais mobilidade:
Chave Pix: (88) 9605-3922
Nome: Carolina Moreira Dos Santos
Banco: Picpay

