Skip to content
  domingo 30 novembro 2025
Trending
30 de novembro, 2025Capela do Cruzeiro de Quixeramobim é alvo de vandalismo; Grupo de reconstrução repudia 29 de novembro, 20253.364 quilos: Quixeramobim supera Jaguaribe e produz maior queijo coalho do mundo 29 de novembro, 2025Morre aos 84 anos o comerciante José Ivan de Paiva, o popular “Ivan Coca-Cola” 29 de novembro, 2025Novas imagens mostram etapa de supressão vegetal do Porto Seco em Quixeramobim 29 de novembro, 2025Hospital Infantil de Quixeramobim lança 1º Bazar de Natal; saiba como ajudar 28 de novembro, 2025Quixeramobim quer superar Jaguaribe com maior queijo coalho do mundo 28 de novembro, 2025Quixeramobim celebra conquista da Área Q com Selo TCE Sustentável 2025 28 de novembro, 2025Morre o engenheiro Aires de Figueiredo, aos 75 anos 28 de novembro, 2025Black Friday do Super Pra Você começa hoje com ofertas arrasadoras e promete movimentar o varejo local 27 de novembro, 2025Criminosos fazem arrastão em comunidades do Distrito de Uruquê, em Quixeramobim
  • Início
  • Conheça-nos
    • Rádio Campo Maior – AM
    • Rádio Canudos – FM
    • Sistema Maior
    • Repórter Ceará
    • Sertão TV
    • Fundação Canudos
  • Polícia
  • Saúde
  • Economia
  • Política
  • Outras categorias
    • Educação
    • Entretenimento
    • Cultura
    • Esporte
  • Contato
  • Mídia KIT
  • Início
  • Conheça-nos
    • Rádio Campo Maior – AM
    • Rádio Canudos – FM
    • Sistema Maior
    • Repórter Ceará
    • Sertão TV
    • Fundação Canudos
  • Polícia
  • Saúde
  • Economia
  • Política
  • Outras categorias
    • Educação
    • Entretenimento
    • Cultura
    • Esporte
  • Contato
  • Mídia KIT
  Geral  Ceará tem previsão de seca e possibilidade de ‘super El Niño’ em 2024
Geral

Ceará tem previsão de seca e possibilidade de ‘super El Niño’ em 2024

RedaçãoRedação—28 de novembro, 20230
Foto: Imagem ilustrativa
FacebookTwitterPinterestLinkedInTumblrRedditVKWhatsAppEmail

Projeções indicam fortemente que em 2024 haverá seca no Ceará. Mesmo sem a previsão oficial da quadra chuvosa do próximo ano, especialistas da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) apontam para o cenário negativo. Isso devido à influência do El Niño sobre a temperatura, o regime de chuvas e o aporte hídrico dos reservatórios. Atualmente o fenômeno climático tem intensidade de moderada a forte, mas existe a possibilidade de ser atingido uma versão ainda mais intensa, o “super El Niño”, como chamam alguns pesquisadores.

O presidente da Funceme, Eduardo Sávio, afirmou que “não há mais dúvidas” sobre a seca que irá atingir o Ceará no próximo ano. O gestor deu a informação na última terça-feira, 21, quando foi realizada a 114ª reunião ordinária do Conselho de Recursos Hídricos do Ceará (Conerh), em que o impacto do El Niño no aporte hídrico do Estado foi abordado.

A Funceme foi a primeira instituição a alertar sobre isso [efeitos nas próximas chuvas] há um bom tempo e agora provamos que não há possibilidade de termos uma boa quadra chuvosa com o cenário que temos hoje. Será impossível termos um bom aporte e deveremos trabalhar nisso, colocando em prática nossos aprendizados obtidos nos anos de seca.

O terceiro boletim mensal sobre monitoramento, previsões e possíveis impactos do El Niño no Brasil em 2023, publicado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) na quarta-feira, 22, também aponta cenários para a região Nordeste. Para o próximo ano, a previsão é de um volume de chuvas menor para o período de janeiro a julho de 2024, o que pode levar a uma recarga hídrica insuficiente para que os reservatórios atinjam níveis adequados “ao atendimento dos usos múltiplos da água”.

O que é Super El Niño

Quando a anomalia de temperatura da superfície do mar ultrapassa 2°C, atinge-se o que alguns pesquisadores chamam de “super El Niño”. “O último que nós tivemos foi em 2015/2016, que afetou a quadra (chuvosa) de 2016. No pico do evento, em novembro-dezembro-janeiro, os valores foram de 2.6°C. É um valor bem considerável”, explica o oceanógrafo Diógenes Fontenele, pesquisador da Funceme.

No trimestre agosto-setembro-outubro de 2023 a média da temperatura na região do Niño 3.4 foi de 1,5°C acima da média. “Estamos observando para ver se ele vai ficar dentro da casa do moderado a forte. Mas, como as águas abaixo da superfície estão muito aquecidas, é possível que ele evolua. Precisamos monitorar”, afirma o pesquisador.

More stories

Caixa paga novo Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 2

19 de outubro, 2023

Irmãos encontram ‘herança’ de 32 milhões em Cruzados após morte do pai

30 de outubro, 2024

Cirilo Pimenta, prefeito de Quixeramobim, completa 73 anos

13 de novembro, 2025

Seca volta a 100% das regiões do Ceará após 27 meses, revela Monitor

1 de dezembro, 2023

No patamar atual, Fontenele aponta que já existe uma “grande probabilidade” de o El Niño ter efeitos sobre a quadra chuvosa do Ceará. A duração pode variar. O pesquisador explica, por exemplo, que nos anos de 1991 e 1992 o fenômeno ocorreu até março, mas já houve situações em que ele chegou a durar dois anos seguidos.

Dessa vez, a tendência é que o fenômeno permaneça pelo menos até abril de 2024. Porém, a evolução ao longo do ano depende das condições, tanto atmosféricas como oceânicas.

No planeta, especialmente nas condições de clima, os mecanismos às vezes se reforçam — chamamos de feedback positivo, retroalimentação positiva, o que pode provocar uma intensificação do processo — (e às vezes), de certa forma, podem diminuir a intensidade. (…) Pode ser que as condições mudem e acabe entrando em neutralidade ou em uma condição de La Niña. Isso vai depender muito.

Além da intensidade, o local onde ocorre o El Niño também impacta a chuva no Ceará. Se o aquecimento começa e se desenvolve mais próximo à região central do Pacífico, a influência é menor do que quando o fenômeno ocorre mais próximo à costa do Peru.

“O que mais preocupa hoje são a magnitude e a posição. E a posição do El Niño atual é exatamente um aquecimento que começa mais próximo da América do Sul e vai se estendendo para a região central. Por isso acreditamos que, nesse padrão de circulação, o impacto da nossa quadra é mais significativo e liga esse alerta”, explica o pesquisador.

Em paralelo, todos os oceanos do planeta estão com temperatura acima da média — e, por consequência, com a atmosfera acima deles mais aquecida. A concentração de gases de efeito estufa também está maior — após uma “pequena redução” durante a pandemia de Covid-19 —, aumentando a retenção de calor na atmosfera. Todos esses fatores em escala mundial, junto a uma possível redução da cobertura de nuvens no Estado, podem levar a dias mais quentes.

“Em um contexto de aquecimento global, desse efeito dos gases de estufas tão atuantes, a tendência é que as ondas de calor e as altas temperatura se tornem mais frequentes”, diz Fontenele.

Impacto do El Niño para o Ceará

Quando a temperatura do Oceano Pacífico equatorial aumenta, diversas mudanças são percebidas nas condições climáticas e meteorológicas globais. Forma-se o chamado El Niño. No Brasil, o fenômeno gera aumento de chuvas nas regiões Sul e Sudeste, enquanto o inverso ocorre no Norte e no Nordeste. No Ceará, especificamente, ele pode impactar o aporte dos reservatórios e a regularidade das chuvas, repercutindo na agricultura. Quanto mais intenso, mais ele pode impactar a formação de nuvens sobre o Estado.

Uma quadra chuvosa boa ou ruim para o Ceará é determinada pela posição da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), sistema de nuvens que atua sobre o Estado entre os meses de fevereiro e maio. É a temperatura do Oceano Atlântico que faz ela ficar mais ao norte do globo ou se deslocar para o Hemisfério Sul, e essa segunda possibilidade proporciona chuvas para o Norte e o Nordeste brasileiros.

No Pacífico, a ocorrência do El Niño influencia a temperatura da superfície do oceano e a atmosfera acima dele. Como consequência, o padrão de circulação atmosférica é modificado, afetando o posicionamento da ZCIT no Atlântico. A intensidade do El Niño é relevante porque um fenômeno mais forte tem mais impacto na atmosfera. “É como se o Pacífico tivesse mais força para influenciar o Atlântico”, aponta Fontenele. (Do Diário do Nordeste)

CearáDestaqueEl NiñoFuncemeNordesteSeca
FacebookTwitterPinterestLinkedInTumblrRedditVKWhatsAppEmail
Sem cobrança extra: Aneel mantém bandeira tarifária verde para dezembro
Papo Cultural recebe escritor Saraiva Júnior na Casa de Antônio Conselheiro
Related posts
  • Related posts
  • More from author
Quixeramobim

Capela do Cruzeiro de Quixeramobim é alvo de vandalismo; Grupo de reconstrução repudia

30 de novembro, 20250
Quixeramobim

3.364 quilos: Quixeramobim supera Jaguaribe e produz maior queijo coalho do mundo

29 de novembro, 20250
Quixeramobim

Morre aos 84 anos o comerciante José Ivan de Paiva, o popular “Ivan Coca-Cola”

29 de novembro, 20250
Veja Mais
Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Read also
Quixeramobim

Capela do Cruzeiro de Quixeramobim é alvo de vandalismo; Grupo de reconstrução repudia

30 de novembro, 20250
Quixeramobim

3.364 quilos: Quixeramobim supera Jaguaribe e produz maior queijo coalho do mundo

29 de novembro, 20250
Quixeramobim

Morre aos 84 anos o comerciante José Ivan de Paiva, o popular “Ivan Coca-Cola”

29 de novembro, 20250
video
Quixeramobim

Novas imagens mostram etapa de supressão vegetal do Porto Seco em Quixeramobim

29 de novembro, 20250
Solidariedade

Hospital Infantil de Quixeramobim lança 1º Bazar de Natal; saiba como ajudar

29 de novembro, 20250
Sertão Central

Quixeramobim quer superar Jaguaribe com maior queijo coalho do mundo

28 de novembro, 20250
Veja Mais

SIGA-NOS

Facebook
Instagram
Youtube

# TRENDING

DestaqueQuixeramobimSertão CentralCearáInformaçãoPlantão PolicialPolíciaPolícia CivilPolíticaGoverno do CearáQuixadáSaúdeEconomiaElmano de FreitasPolícia MilitarCulturaTrânsitoEducaçãoSegurançaAcidente
© Copyright 2025, Sistema Maior de Comunicação® - Todos os direitos reservados.
  • Sobre Nós
  • Privacidade
  • Contato