A Secretaria Municipal da Saúde de Quixeramobim confirmou, na manhã desta quarta-feira, 16, que o caso de meningite que resultou na morte da jovem Sofia Barbosa, de 12 anos, foi causado pela bactéria streptococcus pneumoniae, conhecida como pneumococo. Sofia morreu na segunda-feira, 14.
Em nota, a pasta municipal manifestou solidariedade à família e aos amigos da adolescente e informou que o caso está sendo acompanhado em conjunto com a Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa), por meio das equipes de Vigilância Epidemiológica e de outros setores envolvidos.
Segundo a Secretaria Municipal da Saúde, a meningite bacteriana causada pelo pneumococo é uma forma grave da doença e pode apresentar evolução rápida, especialmente entre crianças.
A pasta também esclareceu que as medidas de controle e prevenção são definidas conforme o agente causador e a avaliação epidemiológica de cada ocorrência. No caso da meningite pneumocócica, a quimioprofilaxia, uso preventivo de medicamentos por pessoas que tiveram contato com o paciente, não é indicada rotineiramente.
Isso, conforme a Secretaria, não significa ausência de providências. As equipes de saúde estão avaliando os contatos da paciente e adotando as medidas de vigilância, prevenção e controle consideradas necessárias para o caso.
Orientações à população
A Secretaria Municipal da Saúde orienta a população a manter os ambientes bem ventilados, reforçar a higiene das mãos e manter o calendário de vacinação atualizado.
A pasta também recomenda que a população procure atendimento de saúde diante do surgimento de sinais e sintomas de alerta, especialmente em crianças.
A vacinação é apontada pela Secretaria como uma das principais medidas de prevenção contra as doenças pneumocócicas e outras formas de meningite. A orientação é que pais e responsáveis verifiquem a situação vacinal das crianças e procurem uma Unidade Básica de Saúde (UBS) em caso de dúvidas.
Ao divulgar as informações, a Secretaria pediu tranquilidade à população e reforçou a importância de acompanhar os comunicados oficiais.
“Não há espaço para pânico, mas há espaço para cuidado, prevenção e vigilância”, afirmou a pasta.
A Secretaria Municipal da Saúde informou ainda que seguirá acompanhando a situação em articulação com as autoridades sanitárias estaduais.
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