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  Saúde  Protocolo de morte encefálica garante diagnóstico 100% eficaz no HRSC e abre caminhos para transplante de órgãos
Saúde

Protocolo de morte encefálica garante diagnóstico 100% eficaz no HRSC e abre caminhos para transplante de órgãos

RedaçãoRedação—30 de junho, 20250
Foto: José Avelino Neto/Ascom Sesa
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Embora seja reconhecido como válvula motora da vida, nem sempre o coração é quem confirma quando a existência chega ao fim. Em alguns casos, dependendo do quadro clínico, é o cérebro quem vai fornecer as informações que confirmam que todas as chances de manter o paciente vivo se esgotaram e, mesmo assim, ele não reage.

Quando quadros clínicos assim aparecem no contexto hospitalar, as equipes usam o Protocolo de Morte Encefálica (ME), um instrumento seguro, 100% eficaz e utilizado em todo o mundo. O protocolo integra, desde 2019, as metodologias utilizadas no Hospital Regional do Sertão Central (HRSC), unidade da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) em Quixeramobim.

Um dos primeiros sinais que levantam a suspeita de ME, é a ausência dos reflexos oriundos do cérebro. “Quando há ausência desses sinais no exame físico, acendemos o alerta para uma possível morte encefálica”, diz o médico intensivista do HRSC, André de Gois Rocha. Exames de imagem, como ressonância e tomografia de crânio são realizados. “Só então, quando o resultado é compatível com um possível diagnóstico de morte encefálica, é que o protocolo é aberto”, explica o especialista.

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Máxima segurança

O rigor do método pode ser comprovado, por exemplo, no fato de que não somente um, mas três profissionais diferentes são obrigados a avaliar o paciente em momentos diferentes. “Se durante uma das etapas surgir qualquer sinal de respiração, movimento ou reflexo, o protocolo é imediatamente encerrado”, pontua André de Gois.

Mesmo quando todas as possibilidades de fazer o paciente reagir se esgotam, ainda assim é preciso checar se as etapas deste percurso de tentativas em que não houve resposta foram compatíveis com o diagnóstico. Só então a ME no paciente é confirmada. “A gente não pode declarar morte encefálica sem total certeza. Por isso existem tantas etapas”, enfatiza o médico.

Acompanhamento e suporte

Todo o processo é acompanhado de perto pelaComissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (Cihdott), que participa desde a fase inicial, quando há somente suspeita, acompanhando cada etapa dos testes e, principalmente, dando suporte à família. Isso permite que a equipe crie um vínculo e conduza de forma mais adequada, tanto o diagnóstico quanto, em caso de confirmação, a abordagem sobre a possibilidade de doação de órgãos.

No Brasil, a Lei nº 9.434, conhecida como Lei dos Transplantes, regulamenta oficialmente o uso do diagnóstico de morte encefálica. No HRSC, 154 possíveis doadores de órgãos já foram mapeados pela Cihdott desde 2019, quando a Comissão passou a existir.

Se por um lado, o protocolo confirma a difícil notícia do fim, por outro, ele é a chance de um novo início a quem espera por um órgão na fila de transplante. “Um paciente doador de órgãos e que a família concorde, pode ajudar até sete outros pacientes que estão à beira da morte numa fila de transplante”, diz André de Gois.

A legislação brasileira exige a autorização familiar para a doação de órgãos após a morte encefálica, por isso é importante informar aos familiares, em vida, o desejo de doar. Em 2024, por exemplo, a família de uma paciente que teve ME confirmada no HRSC, decidiu doar coração, fígado e rim. “Um gesto nobre que representa o recomeço e que ocorre graças ao intermédio da Comissão”, finaliza o profissional.

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